“(...)Queria resolver, entregar, receber e voltar logo pra mim.(...) . Não era. Ou eu não sabia se era. Eu não queria ninguém ao meu lado. Não agora e nem nunca mais. O que obviamente era mentira, mas saia com uma força ainda mais forte que a verdade.(...)
"Como é que existe uma maldade que joga pessoas fora assim, mesmo sabendo tudo de bom que elas têm?” - minha cabeça grita noite após noite, quando eu não falo mais por ela e ela fala sem parar por mim e eu já até aprendi a deixar assim pra ver se gasta...
“Como é que a coisa mais bonita que já me deram vem da coisa mais feia que já me deram?”. Nunca saberia... Se eu não sei. Se você não sabe. Então ficamos sem resposta...
(...) Esquecer na massa do mundo e quase ser feliz (...). Essa coisa que eu adoraria entender, porque de verdade me escapa, me sacaneia, me é um adulto sábio e mais burro, que mostra pra mim que isso que me apego é só frescura e não saber viver...
(..) Porque se a pessoa mais doce que já conheci, se a pessoa mais sensível que já conheci, se a pessoa que me garantiu, e me disse que tudo bem, eu podia ficar...
Era possível ser e ter e durar e florescer e tudo. Se a pessoa que poderia saber de alguma coisa sabia muito infinitamente menos que eu...(...) Porque estar ao lado de alguém é só um mundo apertado e uma vontade de comer até enojar e uma licença pra existir e um descanso como dá.(...) . E o que me deu depois do sorriso eu nunca vou saber porque o bom de ter essa dor que nem dá pra mexer é pouco nos lixarmos pras pequenas felicidades.”
(Ao Lado, Tati Bernardi - maldade da Alê numa manhã de sol de segunda-feira... =P)
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